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Curso quer aprimorar números da Justiça


Conhecimento sobre novas regras reflete na produtividade do Tribunal

 


 

Curso tem por objetivo divulgar as regras relacionadas ao desempenho dos Tribunais junto ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ)

Divulgar as regras relacionadas ao desempenho dos Tribunais junto ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e as Metas Nacionais estipuladas pelo mesmo é o objetivo do curso Justiça em Números e Gestão Judiciária, realizada pelo Tribunal de Justiça do Pará (TJPA). A capacitação foi iniciada nesta segunda-feira, 18, na Escola Judicial Doutor Juiz Elder Lisboa, e reuniu magistrados, diretores de secretaria e servidores da Comarca de Belém.

 

Essa é a primeira das três turmas do curso destinado às Comarcas da Região Metropolitana de Belém. A quarta turma será organizada para a Comarca de Marabá, com data a ser definida. A partir da quinta turma, haverá reserva de vagas para os demais interessados.

 

A proposta metodológica é desenvolvida com a carga-horária de 20 horas-aulas, divididas entre teoria e prática, sendo dez horas-aula de aula expositiva e dialogada, e dez horas-aula com emprego de metodologias ativas, como simulação e estudo de caso. O grupo de formadores é composto pelos juízes Geraldo Leite, Caio Berardo, Rafael Malato e Fábio Póvoa e pelos servidores Fábio Djan, Patrícia Casseb e Karla Cebolão. 

 

No primeiro dia do curso, uma dinâmica foi realizada para que os participantes pudessem se conhecer melhor. O juiz Caio Berardo e a servidora Patrícia Casseb ressaltaram os propósitos da capacitação. “Essa gestão está focando na questão da estatística e dos números, que representam, na verdade, o retrato da prestação jurisdicional. Após aprofundarmos o estudo nesse tema, chegamos a uma conclusão de que quanto mais precisos os nossos números, melhores são os resultados apresentados pelo Tribunal. Essa classificação, essa alimentação desses dados, é feita pela base, que são os nossos servidores e magistrados. Por isso o Tribunal resolveu focar nesses profissionais para poder obter resultados de forma mais direta”, explicou o magistrado.  

 

Segundo a servidora Patrícia Casseb, o principal propósito desta bateria de cursos sobre o Justiça em Números é nivelar o conhecimento de servidores e magistrados sobre as regras que fazem o relatório Justiça em Números funcionar. “É preciso saber o que significam os dados estatísticos que compõem o relatório e como o nosso trabalho impacta no posicionamento do Tribunal no relatório”, ressaltou. 

 

A capacitação aborda conceitos e indicadores de taxa de congestionamento, índices de demandas, indicadores de produtividade de magistrados e de servidores, Tabelas Processuais Uniformes, Metas Nacionais, glossário do Justiça em Números, entre outros. O propósito é que, ao final do curso, magistrados e servidores sejam capazes de elaborar o diagnóstico e o plano de ação estratégica da unidade judiciária, tendo em vista o método Justiça em Números e as Metas Nacionais. A qualificação é credenciada pela Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (Enfam) e tem a finalidade na formação continuada para preenchimento de requisito à movimentação da carreira.

 

A desembargadora e corregedora da Região Metropolitana de Belém, Maria de Nazaré Saavedra, que participa do curso, considera que a iniciativa é uma forma de nivelar o conhecimento de todos os envolvidos na produtividade do Tribunal. “Nós, da Corregedoria, estamos sendo treinados para adotarmos o projeto de Correição Integrada, que também auxiliará nesse processo de busca por melhores resultados no Tribunal. Com a Correição Integrada, todos os problemas da unidade serão pontuados por diversos setores. O projeto já está pronto, nós estamos enviando os questionários às 12 Varas que participarão do projeto piloto, para que sejam pontuadas as dificuldades do ponto de vista de cada servidor e do magistrado”, destacou a desembargadora.

 

“Tenho certeza que todos os magistrados e servidores convocados, ao final do curso, reconhecerão a importância de participar de um curso desta natureza. Trata-se de uma capacitação continuada voltada para a troca de experiências entre formadores e formandos. Na verdade, todos são partícipes nessa construção do conhecimento”, afirmou o coordenador da Central de Negócios de Metas e Justiça em Números do TJPA, que também é juiz auxiliar da presidência, Geraldo Leite. 

Fonte: Coordenadoria de Imprensa
Texto: Anna Carla Ribeiro
Foto: Ricardo Lima

 

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